quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Do "a vida às cores" para Amélia

Ficas de novo 1 ano mais velha que eu.
Parabéns minha krida!!!
Acabei de ver um presente ainda melhor para ti.
Pedi licença e mesmo sem a resposta chegada, te vou entregando.
Com um grande beijo.

5/Fev/2009

black & white / preto e branco



bateu à porta e deixou,

como rosa vermelha

no parapeito da janela,

rubro e ardente,

o coração feito corpo

em prosa incandescente.


7 comentários:

San disse...

Escrevemos sempre para alguém... e, às vezes, para mais do que um alguém!

compoteira disse...

gosto muito do teu "krida".
quer dizer que fazes nascer neném aqui na ilha?
bisou

ps: san, coincidentemente (adoro essa palavra) publiquei tons de azul no compoteira pra ti.

Aline Cabral Vaz disse...

Adivinhona...em que vc acha que eu tava pensando quando escrevi "Sem falar nos virtuais, que a gente nem viu e já se sente amigo"?
; )
bj!

Georgio Rios disse...

É ler, sentir e calar, diante de tamanha beleza e singelesa caminhando juntas num só poema...

Caio Rudá disse...

Provavelmente viajei, mas não pude deixar de fazer o contra-ponto da imagem com o poema e chega à conclusão de que é o amor que dar cor à nossa vida...

Bah, basta dizer que gostei!

Silvestre Gavinha disse...

San, beato aquele alguem para quem escreves.
Como tu escreves.

Compoteira, o único neném que eu realmente fiz nascer aí na Ilha, foi o meu. Na casinha em que morava na Lagoa, pertinho da Ponta dos Araçás. Há 25 anos atrás. Há 21 ajudo-os a nascerem em Curitiba. Adoro.
Esse "Krida" ganhei da Amélia, essa portuga que amo há quase 20 anos para quem pedi a San o poema.
Ela sim mora na Ilha, não faz nascer bebês, mas faz coisinhas deliciosas no seu Bistrô, Varandas do Corrego.

Aline, adorei. Me senti super assim lendo teu post. Por que a recíproca é totalmente verdadeira.

Georgio e Caio Rudá, concordo completamente com os elogios. Achei o poema e o post absolutamente maravilhosos. Por isso pedi a San, que cultivou a rosa, para dá-la a minha querida Amélia.
De onde veio esse, tem um mais lindo que o outro. Esses portugueses são maravilhosos, e San em especial, tem o dom de escrever poemas que eu amaria ter escrito.

Obrigada a todos. San, os elogios são teus.
Amélia também gostou.

Palatus disse...

Bela imagem, a água a escoar pelo batende e tomar a rua me lembra sombra de novem...
ate´mais