quarta-feira, 18 de maio de 2011

PFM - SEI

SEI

Sei la mia via sei la mia malinconia
sei il mio digiuno sei la mia casa i passi miei
ma non sei tu non sei mia
Sei la nostalgia sei la spiaggia sei la luna
il temporale sei sei quest'ultima tua scena
sei il mio cane sei la mia cena in una mano
ma non sei tu nun sei mia
e non sei più solo una donna
Sei quelle sere che non ritorneranno più
la parola che è rimasta strozzata in me
sei longa quelle via che ci videro stretti noi
nelle mie fantasie nel ricordo più bella sei...
ma nn sei tu non sei mia
e non sei più solo una donna
Sei questa rabbia in me il mio pianto il mio dolore
sei la ferita che mai nessuno potrà guarire
sei la mia schiavitù la mia ombra il mio assassino
e chissà dove sei sei felice sei lontano
ma non sei tu non sei mia
e non sei più solo una donna
Sei tuto il tempo che arriverà
a ricordarmi che non ci sei
lo sguardo che sempre ritroverò
dentro gli occhi di chi verrà
sei il bisogno di te il bisogno di me
la gelosia che uccide
sei la storia degli altri sei
sei sempre... sempre... sempre... sempre tu...
...amore mio






Numa tradução muito insípida minha:

ÉS
és o meu caminho, és a minha tristeza
és o meu jejum minha casa os meus passos
mas não és, tu não és minha
És a saudade és a praia és a lua
és o temporal és esta última tua cena
és o meu cão e a minha comida em uma mão
mas não és tu não és minha
e não és mais só uma mulher
És aquelas noites que não voltarão jamais
a palavra que ficou despedaçada em mim
és aqueles longos caminhos que nos viram juntos
na minha fantasia na lembrança mais bela és
mas não és tu não és minha
e não és mais só uma mulher
És esta raiva em mim o meu pranto a minha dor
és a ferida que nunca ninguém poderá curar
és minha escravidão minha sombra meu assassino
e quem sabe onde estás, estás feliz estás longe
mas não és tu não és minha
é não és mais só uma mulher
És todo o tempo que há de vir
a me lembrar que não estás aqui
o olhar que sempre encontrarei
nos olhos de quem chegar
és a necessidade de ti a necessidade de mim
o ciúme que mata
és a história dos outros és
és sempre... sempre... sempre...sempre tu...
... o meu amor.

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